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O que uma canção pode fazer ao inevitável
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Marketing & Creative Strategist — Lisboa
Marketing & Creative Strategist — estratégia e públicos para Teatro e espetáculos ao vivo.

“Uma campanha cultural não começa quando o cartaz é publicado. Começa quando se decide por que razão alguém deve querer estar presente.”
Trabalho há mais de uma década no lugar onde a criação encontra o público e deixa de poder viver apenas de intenções. Comecei na produção teatral, entre ensaios, equipas, prazos e mudanças de última hora. A experiência dentro do Teatro Politeama, em colaboração próxima com Filipe La Féria e com as equipas, tem aprofundado essa relação entre criação artística, campanhas e bilheteira. Foi aí que aprendi que uma ideia não termina quando ganha forma: ainda precisa de ser compreendida, desejada e escolhida. Hoje cruzo estratégia, direção criativa, comunicação, bilheteira e análise de dados para acompanhar esse percurso.
+65%
aumento nas vendas online com campanhas digitais integradas
+170%
crescimento do desempenho orgânico e triplicação da base de audiência ao longo do tempo
2M+
impressões mensais em Meta
até 6M
impressões mensais em Google em períodos de maior atividade
600 mil+
espectadores alcançados por uma programação teatral de grande escala em 2024
O Teatro Politeama tem sido o meu principal laboratório profissional. Num Teatro, nenhuma área existe verdadeiramente sozinha: uma decisão artística altera a comunicação; o calendário altera a procura; o elenco altera a promessa; a bilheteira revela aquilo que o entusiasmo interno nem sempre consegue ver. Trabalhar tão próximo de todo este ciclo ensina-me a não separar criatividade de estratégia, nem intuição de análise. Uma campanha não é uma camada colocada sobre o espetáculo quando tudo o resto está pronto. É uma das formas através das quais o espetáculo encontra o seu lugar no mundo.
Áreas de trabalho
Encontrar a ideia que organiza a campanha: o que está verdadeiramente a ser prometido, a quem e por que razão deve importar agora, ligando essa proposta aos objetivos do projeto e à resposta dos públicos.
Fazer com que conteúdo, publicidade, bilheteira e comportamento do público deixem de ser áreas paralelas e passem a informar-se mutuamente.
Construir, em diálogo com as equipas, uma linguagem capaz de reconhecer a identidade artística do projeto e, ao mesmo tempo, torná-la legível e desejável para quem está fora dele.
Transformar informação em argumento, argumento em curiosidade e curiosidade numa vontade concreta de estar presente.
Ajudar equipas culturais a pensar antes de executar, a ler aquilo que os dados de campanha e de bilheteira revelam sobre a procura e a construir aprendizagem que não desapareça no final de cada produção.

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