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Carmen Miranda — O Musical

Uma figura icónica, uma narrativa maior do que a sua imagem

Cartaz de Carmen Miranda — O Grande Musical, no Teatro Politeama

01

Contexto

Carmen Miranda ocupa um lugar raro no imaginário luso-brasileiro: imagem imediata, biografia complexa, leitura cultural em disputa.

Espaço reservado: enquadramento de produção e ficha artística a completar.

02

Desafio

O risco de um título reconhecível é a superficialidade: o público acha que já sabe o que vai ver. Era necessário criar curiosidade sobre a história, e não apenas sobre a figura.

03

Estratégia

Assumimos a distância entre ícone e pessoa como motor narrativo da campanha. A comunicação foi construída para prometer uma história, não uma imitação.

O tom procurou equilibrar espetáculo e densidade: cor, música e movimento à superfície; identidade, exílio e reinvenção como camada de fundo.

04

Ecossistema de campanha

Identidade visual, teasers de vídeo, conteúdos de ensaio, campanhas pagas em várias fases, comunicação editorial e ativação junto de públicos organizados.

Espaço reservado: materiais de campanha e vídeo a completar.

Peça audiovisual da campanha de Carmen Miranda — O Grande Musical, no Teatro Politeama: cor, música e imaginário do espetáculo traduzidos num formato pensado para captar atenção em ecrã.

05

Públicos e canais

Público de musical, público brasileiro e luso-brasileiro, públicos de música e memória cultural, turismo cultural e grupos.

Canais: Meta, Google, email, imprensa cultural e parcerias.

06

Leitura de resultados

O acompanhamento foi feito por fases, distinguindo interesse inicial pelo título de conversão efetiva em bilhete e ajustando mensagem em função da resposta de cada segmento.

Espaço reservado: métricas específicas deste projeto a validar antes de publicação.

07

O que este projeto demonstra

Que o reconhecimento de uma figura não é, por si só, um argumento de venda: é matéria-prima para uma narrativa.

Uma campanha cultural não começa quando o cartaz é publicado. Começa quando se decide por que razão alguém deve querer estar presente.