FÁTIMA — Ópera-Rock
Um tema sensível, um formato contemporâneo, públicos muito diferentes entre si

01
Contexto
Fátima é, em Portugal, simultaneamente território religioso, cultural e turístico. Qualquer comunicação sobre o tema é lida por vários públicos ao mesmo tempo.
Espaço reservado: enquadramento de produção e ficha artística a completar.
02
Desafio
O desafio central foi construir desejo sem provocar rutura: interessar quem procura espetáculo, respeitar quem procura significado e não afastar quem tem uma relação pessoal com o tema.
03
Estratégia
A estratégia definiu primeiro o tom e só depois os meios. O formato ópera-rock foi comunicado como escolha artística deliberada, sinal de contemporaneidade, e não como provocação.
As mensagens foram escalonadas: primeiro a existência do projeto, depois a sua ambição formal, depois a experiência.
04
Ecossistema de campanha
Identidade visual, conteúdos musicais, vídeo, campanhas segmentadas por proximidade e afinidade, relação com imprensa e articulação com públicos organizados e turismo.
Espaço reservado: materiais de campanha, música e vídeo a completar.
05
Públicos e canais
Públicos de teatro musical, públicos com ligação ao tema, públicos regionais, grupos organizados e visitantes.
Canais: Meta, Google, email, imprensa e parcerias institucionais.
06
Leitura de resultados
A leitura de resultados privilegiou sinais qualitativos, além do desempenho: como se falava do projeto, que dúvidas surgiam e que argumentos convertiam interesse em presença.
Espaço reservado: métricas específicas deste projeto a validar antes de publicação.
07
O que este projeto demonstra
Que temas com carga simbólica exigem estratégia de tom antes de estratégia de meios.
“Uma campanha cultural não começa quando o cartaz é publicado. Começa quando se decide por que razão alguém deve querer estar presente.”